Faz quase 4 meses que não apareço por aqui, e isso me entristece.
Sempre gostei de escrever, sobre tudo, momentos de alegria, amor, tristeza, decepção... mas ultimamente não tenho conseguido colocar isso em prática. Aquela história de falta de tempo pode parecer desculpa esfarrapada, mas juro que é verdade. A vida anda corrida.
Mas falta também inspiração. Não que não tenha acontecido nada de diferente na minha vida, ao contrário, coisas novas surgem a cada momento (nem sempre boas), acontece que falta ânimo para colocar tudo no papel, ou na tela do computador.
Mas enfim, estou dando uma pausa no trabalho e vou jogar aqui algumas idéias que andam me perturbando ultimamente.
Começo com uma música que tenho ouvido no rádio... e destaco um trecho:
Condição Humana
Linox
"Desculpe mas não posso prometer
Que eu nunca vou te machucar porquê
Sob a dura condição humana,
Vivemos, eu e você
Como sempre foi
Todo dia é um novo dia
Eu sei que mal a gente se juntou
E já mudou o modo de pensar
E o medo de mudar assusta, eu sei
E custa a aliviar!
Mas não há de ser
Mais forte que um novo dia
Afinal tudo aconteceu de repente
Num sinal era tudo tão diferente
O amor chegou e eu cheguei pra você
Você me olhou e a gente pagou pra ver
Desculpe mas não posso prometer
Que eu nunca vou te machucar porquê
Sob a dura condição humana,
Vivemos, eu e você
Como sempre foi
Todo dia é um novo dia
E se eu não for do jeito que espera que eu seja
Não veja isso como uma coisa ruim
Assim as nossas diferenças
Jamais serão nosso fim
Afinal tudo aconteceu de repente
Num sinal era tudo tão diferente
O amor chegou e eu cheguei pra você
Você me olhou e a gente pagou pra ver. "
Difícil conviver com diferenças, não? Tenho lutado contra isso todos os dias, mas está difícil vencer esta batalha. Estou perdendo as forças, gritando por socorro, mas ninguém pode resolver esta situação por mim.
Só quero poder ser eu mesma, ser amada do jeito que sou e viver em paz e feliz. É pedir demais? Talvez seja... nem tudo é como a gente gostaria.
E assim vou seguindo, na correria louca do dia-a-dia, que vem sugando minhas energias a cada dia. Implorando por férias e descanso, pra tentar voltar a ser a mesma Cris de antes. Tenho me tornado uma pessoa de quem não gosto. Amarga, ressentida, histérica... essa não sou eu. Mas juro que vou me reencontrar, custe o que custar.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
Aprendendo a trabalhar com pessoas...
Não é de hoje que trabalho diretamente com gente. Quando escolhi a área de Comunicação, tinha alguma noção do poder da informação, que pode mudar vidas. Mas mais que levar informação às pessoas, um jornalista que se preze precisa entendê-las (ou pelo menos tentar).
Sempre fui muito observadora, do tipo que escuta mais do que fala (é aquela história, Deus nos fez com dois ouvidos e só uma boca pra escutar mais e falar menos). Confesso que por traz disso tem uma certa timidez, que já me atrapalhou em muitos momentos, mas que eu tento superar a cada dia. Enfim, sempre tomei muito cuidado para falar somente a coisa certa, na hora certa, e com isso fico escutando e absorvendo tudo o que se passa ao meu redor.
E posso dizer, escutando, observando, vou aprendendo muito a cada dia.
Fui deixando minha vida profissional me levar de acordo com a maré do mercado, e acabei me enfiando na comunicação empresarial. Talvez alguns pensem que esta é uma área mais fria do jornalismo, mais "marketeira", mas garanto que é muito mais profundo que isso.
Trabalhando em uma empresa de grande porte, com mais de 6 mil funcionários só em São Paulo (sem levar em consideração as outras unidades do Brasil e do mundo, que não são poucas), posso dizer que a cada dia aprendo mais. E a cada dia chego à conclusão de que não sei nada da vida.
Sou uma espécie de "reporter interna", correspondente que leva notícias da empresa aos próprios funcionários. Talvez seja por isso que eu fujo um pouco da regra de comunicação empresarial. Sou paga pra saber tudo o que está acontecendo nesse mundo interno e pra levar as informações relevantes aos demais funcionários.
Mas, sinceramente, o mais interessante não é saber se chegou uma máquina nova na fábrica, ou se foi realizado um treinamento em um software super moderno. O mais interessante é conhecer cada figura que faz parte desse mundo.
São pessoas únicas... Senhoras com idade para se aposentar que tiveram a chance de voltar a cursar o ensino fundamental, e são mais dedicadas que qualquer estudante universitário. Pais emocionados que dão o sangue para sustentar os filhos e não recebem de volta o mínimo de carinho e reconhecimento. Gente que trabalha com o coração e vibra a cada conquista da empresa, como se fosse uma medalha de seu filho.
A cada dia é uma história nova, uma mais surpreendente e emocionante que a outra. Hoje ouvi mulheres que venceram a luta contra o câncer de mama. Mesmo que tenha sido por telefone, sem olhar nos olhos delas, senti meus olhos se enchendo de lágrimas ao ver a coragem dessas mulheres.
Nessas horas, pessoas como eu percebem que aqueles probleminhas do dia-a-dia, que tanto nos perturbam, não são nada. São um grãozinho de areia no meio do deserto. Como somos ingratos, não?
Tem tanta gente sofrida nesse mundo, que teria todos os motivos pra reclamar da vida, e é feliz, grato. Por que somos tão ingratos, mesmo tendo tantos motivos para nos alegrar?
Díficil entender.
Só sei que a cada dia aprendo mais uma lição. Algumas dessas pessoas podem achar que não lembro de suas histórias. Talvez eu me esqueça do nome desses personagens. Mas certamente significam muito para mim.
O sorriso que vejo em cada rosto depois de mízeros 10, 15 minutos de atenção, é inesquecível.
Sempre fui muito observadora, do tipo que escuta mais do que fala (é aquela história, Deus nos fez com dois ouvidos e só uma boca pra escutar mais e falar menos). Confesso que por traz disso tem uma certa timidez, que já me atrapalhou em muitos momentos, mas que eu tento superar a cada dia. Enfim, sempre tomei muito cuidado para falar somente a coisa certa, na hora certa, e com isso fico escutando e absorvendo tudo o que se passa ao meu redor.
E posso dizer, escutando, observando, vou aprendendo muito a cada dia.
Fui deixando minha vida profissional me levar de acordo com a maré do mercado, e acabei me enfiando na comunicação empresarial. Talvez alguns pensem que esta é uma área mais fria do jornalismo, mais "marketeira", mas garanto que é muito mais profundo que isso.
Trabalhando em uma empresa de grande porte, com mais de 6 mil funcionários só em São Paulo (sem levar em consideração as outras unidades do Brasil e do mundo, que não são poucas), posso dizer que a cada dia aprendo mais. E a cada dia chego à conclusão de que não sei nada da vida.
Sou uma espécie de "reporter interna", correspondente que leva notícias da empresa aos próprios funcionários. Talvez seja por isso que eu fujo um pouco da regra de comunicação empresarial. Sou paga pra saber tudo o que está acontecendo nesse mundo interno e pra levar as informações relevantes aos demais funcionários.
Mas, sinceramente, o mais interessante não é saber se chegou uma máquina nova na fábrica, ou se foi realizado um treinamento em um software super moderno. O mais interessante é conhecer cada figura que faz parte desse mundo.
São pessoas únicas... Senhoras com idade para se aposentar que tiveram a chance de voltar a cursar o ensino fundamental, e são mais dedicadas que qualquer estudante universitário. Pais emocionados que dão o sangue para sustentar os filhos e não recebem de volta o mínimo de carinho e reconhecimento. Gente que trabalha com o coração e vibra a cada conquista da empresa, como se fosse uma medalha de seu filho.
A cada dia é uma história nova, uma mais surpreendente e emocionante que a outra. Hoje ouvi mulheres que venceram a luta contra o câncer de mama. Mesmo que tenha sido por telefone, sem olhar nos olhos delas, senti meus olhos se enchendo de lágrimas ao ver a coragem dessas mulheres.
Nessas horas, pessoas como eu percebem que aqueles probleminhas do dia-a-dia, que tanto nos perturbam, não são nada. São um grãozinho de areia no meio do deserto. Como somos ingratos, não?
Tem tanta gente sofrida nesse mundo, que teria todos os motivos pra reclamar da vida, e é feliz, grato. Por que somos tão ingratos, mesmo tendo tantos motivos para nos alegrar?
Díficil entender.
Só sei que a cada dia aprendo mais uma lição. Algumas dessas pessoas podem achar que não lembro de suas histórias. Talvez eu me esqueça do nome desses personagens. Mas certamente significam muito para mim.
O sorriso que vejo em cada rosto depois de mízeros 10, 15 minutos de atenção, é inesquecível.
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
TOP SEVEN
7 coisas que tenho que fazer antes de morrer:
- Casar na Igreja com tudo o que pede a tradição
- Ter 2 filhos (quem sabe 3)
- Conhecer o Brasil
- Viajar para o exterior
- Passar um carnaval em Salvador
- Desfilar numa escola de samba
- Aprender a fazer strogonoff (rs)
7 coisas que mais digo:
- Ok
- Relaxa
- Desencana
- Vamos combinar
- Te amo
- Meu
- É foda! (preciso parar com isso, rs)
7 coisas que faço bem:
- Dormir
- Beijar
- Dar carinho
- Escrever
- Trabalhar
- Comer
- Dar risada com os amigos
7 coisas que não faço:
- Comer peixe e frutos do mar
- Acordar cedo de bom humor
- Baliza na ladeira
- Matar baratas
- Abandonar meus amigos por alguém
- Deixar de comer doce
- Torcer pelo Corinthians (rs)
7 coisas que me encantam:
- Um sorriso sincero
- Declarações de amor
- Bebês
- O mar
- Amizade verdadeira
- Surpresas
- A lua
7 coisas que odeio:
- Falsidade
- Mentira
- Dor de cabeça
- Grosseria
- Trânsito
- Acordar cedo
- Celular na caixa postal
- Casar na Igreja com tudo o que pede a tradição- Ter 2 filhos (quem sabe 3)
- Conhecer o Brasil
- Viajar para o exterior
- Passar um carnaval em Salvador
- Desfilar numa escola de samba
- Aprender a fazer strogonoff (rs)
7 coisas que mais digo:
- Ok- Relaxa
- Desencana
- Vamos combinar
- Te amo
- Meu
- É foda! (preciso parar com isso, rs)
7 coisas que faço bem:
- Dormir- Beijar
- Dar carinho
- Escrever
- Trabalhar
- Comer
- Dar risada com os amigos
7 coisas que não faço:
- Comer peixe e frutos do mar- Acordar cedo de bom humor
- Baliza na ladeira
- Matar baratas
- Abandonar meus amigos por alguém
- Deixar de comer doce
- Torcer pelo Corinthians (rs)
7 coisas que me encantam:
- Um sorriso sincero- Declarações de amor
- Bebês
- O mar
- Amizade verdadeira
- Surpresas
- A lua
7 coisas que odeio:
- Falsidade- Mentira
- Dor de cabeça
- Grosseria
- Trânsito
- Acordar cedo
- Celular na caixa postal
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Reuniões, reuniões e mais reuniões...
Certa vez li uma frase muito sábia, com a qual concordo inteiramente...
"Se tivéssemos que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reunião'."
"Se tivéssemos que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reunião'."
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Ano novo, vida nova, blog novo!!

Acredito que o passado faz parte do que somos e que, certamente, tudo o que passamos na vida é válido para ganharmos experiência e nos tornarmos cada vez melhores.
Por isso, não acho que o passado deva ser apagado de nossas vidas, mas sim, que deve ficar guardado em seu devido lugar, assim ele nos deixa livres para vivermos nosso presente. Sem mágoas, sem culpa, sem ressentimentos, mas com muita sabedoria.
Por isso, não acho que o passado deva ser apagado de nossas vidas, mas sim, que deve ficar guardado em seu devido lugar, assim ele nos deixa livres para vivermos nosso presente. Sem mágoas, sem culpa, sem ressentimentos, mas com muita sabedoria.
E já que 2007 marca o início de uma nova fase na minha vida, nada melhor do que começar um outro blog, novinho em folha.
Começar do zero... é o que farei.
Estou partindo de coração aberto para uma nova vida cheia de paz, alegria, amor, sucesso e felicidade ao lado das pessoas que amo.
Bem-vindo ao ano novo!
Bem-vindo ao meu blog novo.
Beijos,
Cris
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